Acrescentar uma atração de escape a um centro de entretenimento

Um centro de entretenimento já tem o público. A questão é o que acrescentar que justifique o espaço ocupado, sirva a idades variadas e não exija uma grande equipa para funcionar. Uma atração compacta e dobrada — um escape room chave na mão, imersivo, com enredo e sem Game Master — encaixa bem. Eis como funciona na prática, incluindo as lições de um teste real.
Porque encaixa num centro de entretenimento
- Idades variadas. A maioria dos centros de entretenimento tem muito para as crianças pequenas e pouco para pré-adolescentes, adolescentes e adultos. Uma atração com enredo preenche essa lacuna.
- Pouco espaço, receita a sério. Uma única atração funciona em poucos metros quadrados e, ainda assim, consegue atingir o mesmo preço por jogador de uma sala muito maior.
- Poucos funcionários. As personagens gravadas conduzem os visitantes e dão as pistas, pelo que um único anfitrião cobre várias salas — sem um Game Master dedicado a cada sala.
- Instalação e mudança rápidas. Uma atração modular monta-se em bem menos de uma hora e desmonta-se em módulos transportáveis, o que permite reposicioná-la sempre que o espaço for reorganizado.
Um teste real num parque de 2000 m²
Instalámos a atração Chronicles of the Living Castle num centro de entretenimento com mais de 30 atrações e uma afluência de cerca de 300 pessoas em dias úteis (até cerca de 600 ao fim de semana), numa sala de banquetes de 18 m². A montagem demorou cerca de meia hora com duas pessoas. O que aprendemos:
- A robustez aguentou. Ao longo de uma semana de utilização intensa por crianças, nada se partiu nem desapareceu — as peças assentam em núcleos metálicos e um tabuleiro de arrumação com alvéolos e fotografias permite confirmar rapidamente que todas as peças voltaram ao lugar no fim de cada jogo.
- O público surpreendeu-nos. Contávamos que os pais jogassem com os filhos; na prática, os pais deixam as crianças e aproveitam para descansar, pelo que a maioria dos jogadores foram crianças dos 6 aos 10 anos.
- Só com crianças, é preciso um anfitrião. As crianças adoraram o universo, mas tiveram dificuldade em resolver alguns enigmas sozinhas. Com um anfitrião a orientar a equipa, o envolvimento disparou e o jogo tornou-se verdadeiramente cooperativo. Com equipas familiares (pais e filhos), a atração funciona muito bem sem ninguém a acompanhar.
- Promover a experiência, não o jargão. A palavra «quest» não dizia nada a muitos pais. O que convenceu foi outra coisa: mantém as crianças entretidas durante uma hora, desenvolve o trabalho em equipa e a resolução de problemas, e tem uma personagem dobrada a conduzir a história.
Como posicionar a atração no espaço
Coloque-a numa zona de passagem (junto à praça de alimentação ou ao corredor principal), dê-lhe alguma decoração temática, ponha o modo demonstração a funcionar para chamar a atenção e venda-a na bilheteira e nos pacotes de festas e aniversários. Defina desde o início se os jogadores serão sobretudo equipas familiares (sem necessidade de anfitrião) ou apenas crianças (nesse caso, conte com um anfitrião).
Um dado do terreno: os pais não jogam com os filhos — deixam as crianças e aproveitam para descansar, pelo que a maioria dos jogadores foram crianças dos 6 aos 10 anos.
Perguntas frequentes
De quanto espaço preciso? Uma única atração funciona em cerca de 5 a 8 m²; o teste acima ocupou metade de uma sala de 18 m².
É suficientemente robusta para crianças? Sim — aguentou uma semana de utilização intensa por crianças sem qualquer avaria nem peças perdidas.
É preciso um Game Master? Só com grupos exclusivamente de crianças. As equipas familiares jogam de forma autónoma.
Acrescente-a ao seu centro
Veja as atrações que pode instalar, a começar pelo Chronicles of the Living Castle, ou fale-nos do seu espaço e ajudamos a planear a instalação. Ainda não conhece o formato? Comece por como abrir um escape room chave na mão e como escolher um fornecedor de escape rooms.
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